O DESEJO: A TAÇA QUE TRANSBORDA.

O que sinto por VOCÊ é maior que o sol, mar e as estrelas… Não VIVO sem você… Faço TUDO por você… És a COISA mais importante do mundo para mim… Atire a primeira pedra quem nunca ouviu ou disse algo assim, pelo menos uma vez? — as palavras nem sempre são suficientes para expressar o que sentimos.

Segundo a filosofia: o desejo é uma tensão em direção a um fim que é considerado, pela pessoa que deseja, uma fonte de satisfação. É uma tendência algumas vezes consciente, outras inconscientes ou reprimida.

Em sentido literal, no popular, o DESEJO foi promovido, tem ‘status’ aparente de um sentimento nobre, coisa que ele nunca foi. Pois, é dito que emerge dos nossos instintos e da soberba do egoísmo.  

Não é preciso muito para constatar, que o DESEJO foi impulsionado pelo consumismo: moda, novelas, músicas, cinema, parte da literatura… Também, pelo individualismo crescente com a banalização das relações humanas, onde pessoas se tornam coisas. Isso, acaba por confundir as mentes fracas e incultas, ao ponto de não sabermos a diferença entre DESEJO e AMOR.

Para psicanálise: o ser humano é um poço de desejo.(Freud), no misticismo judaico: Cabala: o desejo é a essência central do ser humano, somos feitos de desejo. Não há nada de errado em desejar algo ou estar com alguém. Isso é próprio de parte da nossa natureza humana, porém: DESEJOS são só DESEJOS. ©Elizeu NVL.

ALMA: QUAL O TAMANHO DA SUA?

Relutamos muito para tratar do assunto, visto por muitos como abstrato. Contudo, julgo não ser, porque, falar da nossa Alma, é de fundamental importância para compreender a nossa existência e a forma com que interagimos com o mundo que nos cerca. Antes, porém, devemos ter um forte proposito nesta empreitada de descoberta, pois, remete ao centro do conhecimento de nós mesmo.

Faremos o registro: o dito aqui, não pertence a quaisquer dogmas religiosos ou profundas reflexões filosóficas, muito pelo contrário. Estamos em busca do conhecimento por via empírica, para tanto, observaremos apenas os fatos do dia a dia, com atenção e sensibilidade.

Sabemos que somos diferentes dos demais seres vivos que habitam o planeta, isso não há o que discutir. Também é fato que essa capacidade de buscar compreender o universo é peculiar, sabemos disso, desde os primórdios através dos registros da nossa história. Portanto, devemos nos questionar se não somos meros seres biológicos, qual a parte observaremos? — certamente, a maneira pela qual nos expressamos.

Para mensurar o que falamos, citamos trecho de uma canção: “pessoas de alma pequena querendo aquilo que não tem […] para quem não sabe amar fica esperando quem caiba no seu sonho”. (Cazuza). Isso bem ilustra que tudo depende de como somos, não há nada fora de nós. Se desejarmos e criarmos determinadas expectativas muito além de nossa capacidade de compreensão do quem somos e queremos, isso será apenas um sonho.

É por conta disso, que encontramos no dia a dia, pessoas de almas pequenas, são: os vaidosos, os invejosos, os que odeiam, os que tramam maldade, os que maldizem os outros… Também, são pequeninas, as de quem: não nunca assumem seus erros, não se perdoam, não viram as páginas e esquecem, não tem confiança própria. Sobremaneira, aqueles que vivem através da vida de outrem e nunca assumem os riscos pelos seus sonhos.

Por fim, já dizia o poeta: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.” (Fernando Pessoa). Devemos encarar a vida e a nos mesmos com as nossas próprias verdades e responsabilidades. Nunca pertencendo ao algo que não a nossa própria consciência.©Elizeu NVL.

GENTILEZA: NÃO PODE SER A EXCEÇÃO.

Sempre que pensamos numa relação cordial, julgamos ser àquela que mantemos com as pessoas de nossos relacionamentos: cônjuge; familiares; amigos e afins, isto é, as que estão mais próximas de nós. No entanto, é fato que nem sempre temos essa relação ideal e amistosa como os nossos mais“chegados”.

Inicialmente relembramos que o nosso objetivo aqui, como sempre, é provocar reflexões, baseadas em experiências cotidianas.

Por que, a gentileza não é tão frequente neste grupo próximo de nós?

Julgo que a questão persista porque invariavelmente confundimos os relacionamentos com meras obrigações e responsabilidades. Alguns, porém, dirão que se trata de uma questão de cuidados recíprocos. É certo que quando nos envolvemos com alguém, isso ocorre, como regra, com muita intimidade. No entanto, essa proximidade da relação faz com que alguns esqueçam que apesar disso, ainda somos indivíduos e como tais, não somos objetos e posse de outrem.

Por outro lado, contudo, temos mais gentiliza com pessoas estranhas do nosso convívio. Faço essa constatação com certa frequência. Por exemplo, ontem: um casal na mesa ao lado, discutiam por assunto banal, questão do ‘menu’ do restaurante, porém, a garçonete lhes atendeu e justificou porque determinado prato não estava disponível. O casal foi extremamente gentil com a garçonete, nem pareciam as mesmas pessoas que a poucos instantes foram reciprocamente rudes.

Portanto, “Gentileza é como um pretinho básico. Não tem como errar(anonimo)”. Refletindo sobre os detalhes e gestos do dia a dia, percebemos quanto é importante para nossas relações, resgatarmos aquelas gentilezas gratuitas que vão além das cordialidades, que devem sempre existir entre os seres humanos. Isso certamente nos farão cada dia, pessoas melhores. ©Elizeu NVL.

VAIDADES: SOMOS SERES OU COISAS?

Quem não gosta de se apresentar bem? — muito já foi dito nas publicidades: o mundo trata melhor que se veste bem, para grande parcela de nós, isso é até razoável.  Sabemos, no entanto, que quando esse adagio se torna a regra em nossas vidas e, atropela os limites das nossas escolhas, estaremos diante da transmutação de um ser consciente no mero objeto de vontade, que segue o modismos de determinado bando.

Nossa reflexão, como sempre, não visa discorrer sobre os aspectos filosóficos, antropológico, sociológicos, etc. que o tema permite, mas tão-somente que avaliemos as nossas atitudes do cotidiano, segunda as quais, fazemos as nossas escolhas.

Como bem sabemos, somos essencialmente seres sociais, que como tais, temos necessidades de pertencer a determinado grupo, até aqui, nada de mais, julgo saudável do ponto de vista da sociabilidade, pois, nos permite firmarmos laços duradouros de amizades, etc. e, também porque isso faz bem a nossa psique.

Porém, quando as nossas atitudes são no sentido de viver em função de moda, quer dizer, de condicionarmos a ter e agir segundo: roupa de grifes, veículos “top”, frequentar locais badalados, etc., impondo-nos aplicar muitos esforços e dinheiro além da nossa capacidade social e econômica. É disso que tratamos hoje, pois, deveríamos repensar as nossas escolhas condicionadas.

É consenso, no entanto, para maioria de nos, que desejamos viver bem e sermos felizes, contudo, isso não significa que necessitamos seguir determinados modelos comerciais de felicidade, pois, é fato que somos indivíduos conscientes e não meros objetos ou coisas.  

Assim, conseguimos fazer escolhas livres e conscientes. Isso é uma competência impar que temos em todo o reino de viventes do planeta terra. Pois, compreender outros seres e o mundo que nos cerca; de forma que interagimos e moldamos o meio ambiente segundo nossas necessidades, é o que nos torna essencialmente seres humanos.

Portanto, ao deixarmos de lado essa capacidade que temos de fazer escolhas e interagir com pessoas, em detrimento de condicionarmos a modelos de consumos, é a maior das incoerências que cometemos.  Gosto de pensar sobre o tema, segundo o ponto de vista um sábio, que disse: tudo é vaidade debaixo do sol. (Rei Salomão). ©Elizeu NVL.

CRESCER: VOCÊ JÁ É “GRANDE”?

Crescer só em estatura física, intelectualidade e condição financeira, não basta. Quando usamos o termo “fulano(a) já é grande” o fazemos, para designar maturidade, no entanto, frequentemente nos deparamos com atitudes e comportamentos de adultos que são próprias de pessoas imaturos. Por que para algumas pessoas a maturidade nunca acontece?

Observando o comportamento de pessoas da faixa etária 40 – 50 anos de ambos os sexos, aos quais chamamos de maduros, tivemos a oportunidade de fazer esta infeliz constatação. Meu deus! Como existem pessoas imaturas depois dos quarenta! E, o mais incrível disso, é ver que muitas dessas, até já criaram filhos, porém, em vários aspectos, elas não passam de bebês chorões.

Já nos disseram os sábios da antiguidade, que o homem só poderia se envolver com estudos de mistérios dos mundos superiores, aqueles, assuntos complexos, etc., depois de ter completado 40 anos e ter pelo menos dois filhos. Pensavam eles, então, que a maturidade viria com o passar dos anos, pois, após o convívio com as dificuldades comuns do cotidiano, tais como, relacionamento, cuidar de família, etc. eram suficientes para se obter essa condição.  Em nossos dias, contudo, julgo que seria necessário rever isso, sobretudo, pelo que constamos ao observar pessoas adultas de nosso ciclo de amizades, por exemplo. Que só idade não torna uma pessoa madura!

Entendemos que a maturidade deve ser construída de dentro para fora. Isso é, não se adquire “status” de maduro, que é algo tão necessário e saudável para a vida em sociedade e consigo mesmo, simplesmente por se adequar a tudo que lhe imposto por alguém, ou enfrentar as situações a ferro e fogo. Muito pelo contrário, quando nos referimos que é algo de foro íntimo de cada um, queremos insistir na necessidade do que individuo deve se conhecer como tal, de forma este entendimento esteja na órbita da sua psique.

Nossa reflexão, tem um ponto central, que é o autoconhecimento. Trata-se da capacidade de cada um de fazer: auto-analise; autocritica; e lapidar a sua pedra bruta —(das escolas iniciáticas), ou seja, devemos ter em mente (a consciência) de que o nosso comportamento e atitudes são diretamente proporcionais a nossa percepção de realidade. Por isso, que ainda hoje é válido relembrar o dito do oráculo de Delfos: “conhece-te a ti mesmo” e conheceras o universo e os deuses. Assim, a maturidade está diretamente associada ao quanto somos evoluídos como seres humanos.

Nesse sentido, percebemos que determinada pessoa é madura, quando vemos no comportamento à independência afetiva, por exemplo. Pois, há pessoas que ao final de um relacionamento se tornam amargas, desenvolvem “maus sentimentos” —parafraseando o Ministro Luiz Fux. São esses comportamentos que lembram não ser próprios de maturidade. Soma-se a isso, as atitudes de uma pessoa imatura, é sempre culpar o mundo e todos pelos seus fracassos, sem nunca seque olhar para suas próprias fraquezas, que ao final, se concluirá que foram elas as raízes de todas as suas desgraças.

Portanto, seja qual for a nossa faixa etária, é essencial que compreendamos a nós mesmos. Inclusive, devemos aprender sobre todos os aspectos da vida, sobremaneira, a nos conscientizar das nossas limitações, e que por conta disso, é necessário empregarmos esforços visando supera-las sempre. Ou caso em contrário, compreender que determinada empreitada ou relacionamento não foi feito para nós, ponto final.

Por fim, ser grande! É fazer escolhas conscientes, assumir responsabilidades por estas, e não, começar algo que mesmo sabendo ser errado na esperança de ser consertado um dia. Pois, como sabemos, não há nenhuma garantia de sucesso nisso. © Elizeu NVL.

SER LIVRE: VOCÊ CONHECE A LIBERDADE?

Julgo ser difícil encontrar uma única pessoa, que nunca utilizou a expressão eu sou livre pelo menos algumas vezes durante sua vida, e há outros, contudo, que sonham com isso diuturnamente, também é certo, que muitos findam seus dias neste mundo, sem nunca terem a experiência real com a liberdade.

É fato, contudo, que se as pessoas forem descrever o que é ser livre, veremos que muitos não fazem à mínima ideia do que seja, e outros, entretanto, argumentarão que liberdade é um conceito bem amplo e trata de um ideal filosófico, etc., com grande peso de subjetividade. Soma-se a isso, que ser livre, dependerá do quanto o individuo conhece a si mesmo e qual seu envolvimento com dogmas e outras crendices, pois sabemos, que o seu discernimento estaria contaminado.

Nesta reflexão, porém, não temos a pretensão de aprofundar no assunto a ponto de esgotar um tema tão amplo. Mas, falaremos considerando o que está ao alcance de pessoas comuns (medianas), e assumiremos que liberdade: “um direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a própria vontade”.  Entretanto, ao final verificaremos quanta incoerência há sobre ponto de vista do que é ser livre ou não.

Inicialmente, devemos compreender que temos o que escolhemos, com exceção do nosso nascimento e da forma que fomos educados até à maturidade, depois isso, ao atingirmos vida adulta é inconcebível dizer que não tivemos escolhas. Se assim pensamos, lamentavelmente nunca seremos a pessoa que experimentará a sensação de ser livre.

Depois, que essa liberdade a que nos referimos, é essencialmente manifestada por alguém que vive plenamente segundo o seu livre arbítrio. Que essa, é construída ou conquistada, pagando-se um preço por ela. Pois, não seremos de fato livres, sem o exercício das nossas escolhas, sem pagar o custo dessas e que nunca estarão dissociadas de responsabilidades.

Ser livre, é a capacidade de fazer escolhas segundo o nosso próprio entendimento e do mundo que nos cerca, isso, sem nenhuma condição preestabelecida e a nós impostas. Aqui, não falamos de direito natural ou de modelos de comportamentos que julgamos perfeitos. Pelo contrário, pois, se assim fosse, seria o mesmo que anular o nosso livre arbítrio.

Portanto, ser livre, é fazer escolhas conscientes, que consideram a nossa capacidade plena de pensar livremente, sem estarmos sujeitos à algo, alguém ou alguma coisa, que não á nos mesmo. Desta maneira, nunca nos sentiríamos constrangido ou com medo das consequências de nossas decisões. Como já dissemos, toda a liberdade tem preço e responsabilidade. ©Elizeu NVL.

FELICIDADE: EXISTE UM MOMENTO?

Sempre que alguém busca compreender o tema, vem logo a mente, que se trata de um ideal filosófico, pois, não há uma receita que ao final de juntar todos os ingredientes obteriam o bolo pronto, a felicidade. Contudo, é fato que há unanimidade quanto ao desejo de experimenta-la, conhece-la e vivencia-la; tudo dependendo de como você a concebe, respectivamente. Se ela é algo que tanto se fala através de todas as expressões artísticas, tais como: poesias, canções, romances, cinema, teatro, etc. Então! Por que é tão raro encontrar alguém que seja capaz de compreender e descreve-la como algo real e atingível?

Inicialmente, é necessário fazer uma distinção do nosso público, em dois grandes grupos: os conscientes e os que só seguem o bando — são adeptos do senso da maioria.  De forma que, a parcela consciente de nós, que são aptas para responder prontamente a questão posta,  são indivíduos despertos que sabem que temos as nossas peculiaridades, as quais, são uteis e até diria essenciais para esta reflexão.

Por outro lado, entretanto, as pessoas que não tem opinião própria e se deixam influenciar e até são guiadas por um modelo ideal de felicidade estabelecido pelo sistema de consumo, que determina o que vestir, comer, lazer, carreira, religião, ou seja, agem em conformidade com o que a “mídia” prescreve, renegando a possibilidade de SER em detrimento do apenas TER. Acredito que a nossa reflexão não fara sentido para esses. Perdoem-me.

Assim, convido aqueles dispostos a pensar por si mesmos a acompanhar-nos. Existe um ditado da Roma antiga que diz “a vida é um curto sonho de alegria e a exuberância da idade primaveril”, isso nos remete pensar como o tempo aqui é breve, se esperamos por algo que nos proporcionara momentos felizes, devemos questionar: será que quando chegar esse dado momento, esse ainda será meu ideal de felicidade?

O grande Carl Jung nos ensina que “uma pessoa envelhecida tem olhos voltados para o passado, e uma criança normalmente olha para sua frente”, eis o paradoxo da felicidade, ela nunca está presa ao lapso temporal — nunca seremos no futuro a mesma pessoa que somos no presente. Pois, não são as coisas que mudam e sim a nossa percepção da realidade. O que hoje nos parece sublime e ideal, amanhã o veremos de outra maneira, tal como algo sem muita importância.

Por fim, ninguém poderá ter a garantia de que será feliz quando tiver atingido determinada meta pessoal, seja um patamar na escala social, riqueza, emprego ideal, casamento, casa dos sonhos, etc. A felicidade, portanto, só será percebida se observar os nossos momentos de contentamento e alegria, sobremaneira, nos pequenos gestos de carinho e na apreciação do que é belo, onde não haja expectativas predefinidas para concebê-la. Então o sensato acertadamente dirá, estou feliz. © Elizeu NVL.

VIDA: PORQUE TODO DIA IMPORTA!

A maioria de nós nunca se dará conta das coisas como elas realmente são. Talvez, porque julguemos ter algo mais importante para fazer, dizemos. Muito embora, é latente em nossa mente, que a maior certeza nesta vida e de que ao nascermos (existimos) e que isso é finito (morreremos), certamente. Contudo, o que mais nos causa medo e insegurança, não está associado a essa inexorável verdade de (vida e morte), mas o fato de esquecermos  da importância que isso tem, em tudo que fazemos no dia a dia.

Certa vez, um de menino 8 anos no Tibete, disse: “Não devo pensar que tenho medo, assim meu coração será mais forte, se pensar que vou cair com certeza cairei”. Isso me marcou profundamente. — Aquele garoto caminhava numa escarpada e congelante montanha, seus pequenos pés deixavam marcas na neve branca daquela encosta íngreme, tinha uma expressão determinada, dava para ver naqueles pequenos olhos negros no rostinho inchado de caxumba, carregava uma mochila, que vez a outra se desequilibrava e quase caia. Mas continuou.

Nesta reflexão, buscaremos pensar no sentido do que importa na vida. Hoje pela manhã me deparei com um conceito interessante, também de um garoto de 8 anos de nome Bernardo: “A vida como um vídeo games, o boneco do jogo (morre), mas o (jogo) continua, a única coisa que o (jogo) não consegue fazer é pausar-se, para isso precisa do jogador”. O que isso nos ensina?  — ensina ver as coisas sobre outra perspectiva, que não essa de olharmos somente para nossos umbigos, ou a poucos palmos de mão a nossa frente.

Trata-se, portanto, de perceber tudo na vida muito além do que os nossos cinco sentimos nos mostram. Ou seja, que essa realidade física. — o que pensamos ser tudo,  representa apenas a menor parte. — se a nossa existência fosse um “iceberg”,  o que vemos é apenas o que está sobre água, menos de 10% do todo.

Assim, devemos, rever nossos medos e insegurança sobre o que e como fazemos no tempo que nos resta nesse plano. Sobretudo nos conscientizando de quão maravilhoso é a experiência no plano físico,  assim como,  do quanto é efêmero esse mundo em que vivemos. Visto, que a maior parte da nossa existência não é o corpo físico e tudo que nos cerca, e sim a nossa alma imortal, sendo esta o jogador e a nossa a vida terrena apenas (o boneco do jogo). ©Elizeu NVL.

ALMA GÊMEA: POR QUE É DIFÍCIL ENCONTRA-LA?

Vivemos no linear do “mundo da realidade liquida”, como bem definiu nosso tempo, o professor (Zygmunt Bauman) — como se corrêssemos sobre uma fina superfície congelada de um lago, e que se pararmos, certamente, o chão rachara sob nossos pés e afundaríamos nas águas congelantes!

Isso retrata bem o nosso estilo de vida nesta era da informação, porque, essa pressa, afeta a forma com que interagimos (nosso contato pessoal), e se estende aos outros setores das nossas vidas, de maneira que nunca paramos para refletir sobre as nossas escolhas e verdadeiros sentimentos. Sobremaneira, aqueles que dizem respeito aos relacionamentos afetivos, — encontrar a nossa alma gêmea.

Se de um lado, na atualidade nesta busca, dispomos de muitos recursos trazidos pela tecnologia, que deveriam em tese, ajudar-nos, visto que há milhares de (“site” e aplicativos) que fazem seleções de perfis por compatibilidade (afinidades) para os enamorados. Há também, uma maior liberdade das pessoas para se conhecerem intimamente mesmo antes do matrimônio. No entanto, os relacionamentos são frustrados com muita frequência, e anualmente 70% desses acabam. Certamente, esses não encontram suas almas gêmeas.

Por outro lado, nos séculos passados, também, havia alguns recursos nessa empreitada (por exemplo: as casamenteiras), — geralmente, mulheres neste oficio mantinham registros (espécie de banco de dados) orais e “precisos” de pessoas que estavam “aptas” para contrair matrimônio em cada comunidade, era um processo bem meticuloso. — mesmo antes de os interessados (nubentes) manterem qualquer contato um como o outro, tudo era “acertado” e sabemos de incríveis histórias de longevidade no amor que ocorreram. Assim como, os índices de separação eram ínfimos, se comparado com os da atualidade, — resguardada as devidas proporções, contudo,  — sempre existiram.

Vale aqui, um registro. Não temos a pretensão esgotar o assunto, pois, na questão de comportamentos em relação ao lapso temporal (passado x presente), não consideraremos e não valoraremos a evolução social, e os outros fatores que influenciam no rompimento de relacionamentos. — aqui nos resguardamos, e só buscaremos compreender a magia de encontrar alma gêmea.

ALMA GÊMEA: POR QUE ESTÁ TÃO DIFÍCIL ENCONTRA-LA?

Antes responder, é primordial que entendamos o conceito de alma gêmea. Isso, remonta há muitos séculos, que até se perde na poeira do tempo, entretanto, segundo à (Cabalá), comentado no (Zohar). “As almas do casal que realmente combinam derivam de uma só essência de alma”. Por esta razão, os nubentes, já antes de nascer estão destinados a se unirem em matrimônio.

Inclusive, é possível reconhecer se você já encontrou a sua alma gêmea, quando observar esses sinais: 1) há química perfeita desde primeiro momento que se veem; 2) Não é preciso, esforços para agradar essa pessoa, não há teatro para representar o que não somos, podemos ser simplesmente ser verdadeiros e isso a fara feliz; 3) os sonhos e objetivos andam sempre juntos, de maneira que um ajudara o outro, incentivando sair da zona de conforto; 4) procuram sempre crescer juntos em todas as áreas da vida; 5) existe uma sintonia quase telepática, como se recebesse “flash” do que outro pensa ou sente instantaneamente. De forma que, assim como no passado, é no presente, as pessoas sempre desejam ter relacionamentos e encontrar a “alma gêmea, carne e unha” (Fábio Jr.).

Entretanto, pensamos que as dificuldades que encontramos nessa busca, provem de três vertentes: 1) da superficialidade — isso é da forma com que tratamos os relacionamentos, que nos impede de conhecermos com a devida profundidade a pessoa; 2) da paixão avassaladora imediata (só desejos) — que sabemos pode até durar em média 180 dias. — (estudos de psicanálise); 3) por mero interesse — aqui dispensamos comentários.

Por fim, a nossa alma gêmea pode ser encontrada, — SIM. Se antes, superarmos às três considerações acima. — como se fosse o triplo filtro dos sábios (Sócrates), enfim, se for por um sentimento genuíno, reciproco e livre de interesse, certamente, estaremos diante da nossa alma gêmea. ©Elizeu NVL.

O PIOR DA NATUREZA HUMANA.

Na busca do autoconhecimento, descobrimos que os nossos maiores desafios residem bem dentro de nós, apesar de geralmente atribuirmos tudo o que nos desagrade ou cause tristezas e desalentos à ação, ou omissão de outras pessoas. Pois, se determos para refletir sobre isso, certamente, ouviremos expressões como: “tal pessoa foi uma decepção na minha vida”; “fulano é me causou muito mal”; “perdi muito tempo da minha vida com tal pessoa” — a lista é grande, porém, isso não é tudo verdade.

Entretanto, se quisemos gozar de boa saúde e ter paz na alma, devemos reavaliar essas atitudes, sobretudo, frente aos nossos problemas cotidianos, pois, se assim agirmos, resolveríamos os altos índices de “stress”, que ouvimos nas queixas dos aflitos diuturnamente.

Aqui, resguardo-me, afirmando, que nem tudo o que nos decepciona é o responsável ou causador de “depressão”. Pois, essa, é de ordem química. — e afeta uma pequena parcela de pessoas — que pode e deve ser controlada por medicamentos. Simples assim. Contudo, abordamos sobre aquelas primeiras angústias, sobre as quais afirmo, que comumente às terceirizamos, culpando outrem por tudo de errado que nos sucede.

POR QUE AGIMOS ASSIM?

Bem! — Isso tem a ver com a nossa percepção de mundo. — “Vivemos num mundo de tempo e espaço. Consequentemente existe uma separação entre os desejos e a plena felicidade que procuramos”. (Cabalá) —O ser humano possui dois aspectos em sua natureza, a sua alma e o seu ego. O ego é conhecido pela palavra de código “Negatividade”, é o pior aspecto da nossa natureza.

Conquanto, esse, por se tratar de algo que provem de dentro de nos. — repito. — eu quero, eu preciso, eu, eu … — além disso, tem agravante, — porque, culturalmente fomos ensinados a não nos vermos assim, aprendemos que devemos confiar em alguém para que nos salve. Porém, durante o período em que vivermos sob o sol, somos os responsáveis por tudo — (lei da causa e efeito), é patente que podemos escolher: perdoar; mudar; esquecer, assim por diante, e com isso, evitaríamos as maiores decepções.

Portanto, não é saudável e nem eficiente, a nossa mera pretensão de mudar o aspecto da natureza de outras pessoas, tão-somente para atendar à nossa vontade egoísta — assim dito, porque provem do nosso ego, sendo esse, o grande vilão de tudo. ©Elizeu NVL.

FALAR É IMPORTANTE, TÃO QUANTO O QUE DIZEMOS!

A voz humana é o instrumento mais potente do mundo, que pode começar uma guerra ou simplesmente dizer eu te amo” (Julian Treasure).

A capacidade da fala, que foi dada a nós pelo Criador, somada à nossa consciência, são os atributos que nos tornam verdadeiramente humanos. Contudo, nem todos fazem um bom uso desse dom maravilhoso.

A linguagem (verbal), —antes do invento da escrita, foi desde os primórdios da civilização o único meio de transmitir: culturas; costumes e religiões, que foram criados e mantidos por gerações. — sabemos disso  — por exemplo — a bíblia, só foi escrita após séculos de oralidade. O que por si só, demonstra à importância da necessidade de transmitir com fidelidade tal como recebemos as informações.

Opa! Calma! Não se trata de aula de linguística. Vamos por parte. — como dizia o Jack.

Nossa reflexão, trata-se do bem usar da nossa fala, muito além, do simples ato de emitir sons. Contudo, para comunicarmos eficientemente e sermos compreendidos de igual forma, é necessário observarmos alguns critérios antes de abrir a nossa boca. — “se o que me dirás não é nem bom, nem útil e muito menos verdadeiro, para quê dizer-me? (Sócrates)”.

Portanto, o que dissermos seja sempre: verdadeiro; bom e útil, caso contrario, o dito será apenas palavras, que vão: ofender; magoar; criar inimizade; injuriar; caluniar; partir coração; causar angustia; dor e sofrimento, e algumas vezes até a morte. Por fim, é fundamental para uma boa comunicação, que façamos o bom uso de palavras, verdadeiras e nas horas certas. © Elizeu NVL.

A FRUSTRAÇÃO NÃO É FRACASSO.

Se é importante sonhar? — certamente que sim. Pois, a vida é movida por nossos desejos de inovarmos sempre. No entanto, criar expectativas muito além da nossa capacidade de esforço e dedicação, tendo como paradigma o sucesso de outrem, verdadeiramente é a maior causa de frustrações.

Entretanto, devemos compreender que a frustração é diferente de fracasso. Porque, este, é em relação ao sucesso, ou seja, o resultado apurado quando damos por encerrado as nossas tentativas. Contudo, aquele, é mais subjetivo, porque, decorre do que idealizamos em detrimento do que alcançamos.

Contudo, é primordial considerar o seguinte: o que gera frustração é a distância existente entre a nossa realidade (física, econômica e social) com as expectativas criadas. Portanto, nada tem a ver com fatores externos. Não obstante, toda regra ter exceção.

Com isso em mente, devemos nos atentar para quão capazes somos de mantermos o foco e dedicação naquilo que idealizamos como meta. Se desejarmos ter desempenho extraordinário, certamente haveremos de dedicar esforços excepcionais  visando lograr êxodo em nosso proposito.

Por fim, seja o nosso desempenho aferido continuamente pela melhor versão de nós mesmo. Assim, nunca nos frustraremos.  ©Elizeu NVL.

NOSSOS PROBLEMAS: COMO ENCONTRAR SOLUÇÕES?

Ao que parece, vivemos numa aparente fantasia, desejando que o mundo fosse feito de algodão, literalmente. Que as soluções para todos os nossos problemas caíssem do céu, ou seja, sem nenhuma interferência de nossa parte, seja elas, de atitudes ou ações, e tudo resolveria por si só.

Vemos isso, explicitamente pela crescente busca das pessoas por (teologias) de prosperidade e afins, que, prometem toda sorte de benefícios, quando de fato só fazem perpetuar a ilusão de seus adeptos. Aqui não trato de questões de fé.

Entretanto, é importante  identificar o que  chamamos de problemas, —coisas mais triviais, como: (falta dinheiro; decepção amorosa; conflitos familiares;  não ter conseguindo passar naquela prova, etc.), a lista é imensa. Contudo, há exceções, algumas pessoas sofrem de patologias incuráveis, que com o tempo elas acabam por corrigir os próprios desejos (EGO) e se tornam mais conscientes. Aqui, falamos daquelas que a são à regra, e que nunca se conscientizam e consequentemente vivem atolado em dificuldades.

Então!  ONDE ESTÃO AS MELHORES SOLUÇÕES?

O caminho para as melhores soluções, começa com o primeiro passo. Que é compreender o que nos aflige, e que isso não ocorreu exclusivamente por culpa de alguém ou de algo fora de nós.  Depois, que os nossos lamentos sobre tais infortúnios são inúteis na busca por solução. Por último, os nossos problemas não se tratam de uma mera questão de sorte ou azar, mas de consequências da “lei eterna de causa e efeito”.

Portanto, as melhores soluções, como tudo na vida, são as mais simples. Pois, dependem de nossas atitudes, sobretudo de percepção. Tudo pode ser resumido numa palavra. ADAPTAR-SE. — que consiste basicamente em adequar a nossa vida à a sua própria realidade. Qual seja! A proporcionalmente as suas condições, sejam elas: financeiras, sentimentais, competências profissionais, afetivas familiares (etc). Soma-se a isso, um desapego que entendo ser sábio, “deixe tudo que não for essencial” (Bruce Lee). © Elizeu NVL.

PORQUE DEVEMOS TER BOA PALAVRA?

Desde os primórdios, para dizer algo, o primeiro recurso que utilizamos foi à fala, que não depende de recursos tecnológicos e gastamos pouca energia física nisso. Quando crianças de tenra idade, interagimos por esse meio, (choramos). O próprio criador disse: “Façase a luz!”, e a luz foi feita.(Gen.1:3). Portando, devemos estar muito atentos a tudo que falamos!

No entanto, ao que parece, não damos importância, e até depreciamos o que dizemos. Às vezes nossas palavras contêm: (mentiras; fofocas; maledicências; preconceitos; baixo calão; intrigas; etc), isso só por si só, não edifica nada, muito pelo contrário, fazer muito mal a nossa alma e a quem as ouve.

Por outro lado, quando fazemos o bom uso dessa maravilhosa qualidade, que é a fala, certamente, ficamos próximo de “D-us”. Sobremaneira, quando abençoamos alguém, seja um filho (que é dever dos pais) ou um conhecido, amigo, qualquer pessoa que nos preste algum serviço, voluntario ou não, remunerado ou não. Fato é, que quando abençoamos alguém, nosso gesto tem efeito duplo, pois, ambas as pessoas receberam benefícios e paz no coração.

Também, a questão fundamental, do maldisser, porquê “cada palavra que sai da nossa boca tem um significado” é o caminho para decepção, e esta, é a armadilha do mal e “prelúdio da derrota” (Patriarca Abraão). Soma-se a isso, por exemplo: podemos até incorrer em crime, como “difamação”, se dissermos algo sobre alguém, —mesmo que seja verdadeiro. Portanto, devemos atentar para que tudo o que sai da nossa boca.

Por fim, para se comunicar bem, pressupõe que devemos utilizar as melhores as palavras, para cada momento, evitando falar além do necessário, — “o que no mínimo seremos considerados tagarelas”. Atentar para o fato de abençoar, surte os efeitos que desejamos, assim como, as maldições existem. Use sua boca e o dom que recebeu do Criador para agradecê-lo, diariamente, por tudo que existe e pela oportunidade de viver tudo isso. © Elizeu NVL.

MATA O CORPO E AFETA A ALMA.

É fato que desejamos viver cada vez mais, continuar aqui nesse mundo, “sob o sol”, —como disse o Rei Salomão.

Continuamente estamos superando em anos a vida dos nossos antepassados. Porque viver mais é bom. Temos até estratégias para isso, seja através de (dietas, vida saudável, mundo ‘fitness’, etc.) ou seguimos “gurus” orientais.  Também, é verdade que muitos de nos fazem mudanças radicais em seus estilos de vida,  visando a tão desejada longevidade. Logo,  somos forçados à admitir que se trata de tendência unânime .

Por outro lado, mesmo vivendo por mais tempo, estamos as voltas com problemas de saúde, conflitos conjugais, distúrbios sociais e até crises existenciais. Nessa ultima, a premissa é inegavelmente verdadeira, pois, vemos o número crescente de pessoas saudáveis querendo dar cabo a própria vida.

Portanto, existe um vilão responsável, que é empecilho para atingimos a longevidade com saúde e desfrutando de paz.

Não quero ser pretensioso, mas, certamente uma grande parcela de nos fracassa nessa cruzada, por aparentemente falhar num único obstáculo, que para esses, são intransponíveis.

São os vícios!

Todos nos conhecemos pessoas, que são agradáveis e educadas para se relacionar intimamente ou socialmente. No entanto, padecem ou até são reféns desse pesadelo em suas vidas diárias. São viciadas em alguma coisa. Não necessariamente seja vícios em entorpecentes, nos referimos as comuns mesmos, aqueles, que vemos todos os dias (cigarro, álcool, fofocas, gula, dependência afetiva, preguiça, beatismos, ‘fake news’, etc.), que por conta isso, vivem aborrecidas e se decepcionam com frequência.

No obstante, tudo o que encontramos na ‘internet’, oferecendo “soluções” para livrar-nos de toda sorte de vícios, porém, não são eficazes e não há garantias de resultados. Senão, por que estaríamos falando sobre isso agora?

Sera que há solução eficiente para vencer os vícios? R: SIM

Pouco importa o que dizem os especialistas (psicanalistas, psicólogos,  neurocientistas, ‘coaching’,  etc.), as melhores soluções, como tudo na vida, são sempre as mais simples, porque essas, estão ao alcance de todos e são de graça.

Por fim, para se ter a longevidade com saúde e paz na alma, obrigatoriamente deve-se libertar dos VÍCIOS. E faremos isso apenas com a nossa motivação e escolha. Pois, é o que verdadeiramente importa. Portanto, 1) Motive-se por si mesmo, porque só você é o responsável pela sua alma. 2)Decida-se porque você pode é a sua escolha que de fato muda a sua vida. Jamais faça algo nesse sentido, só para agradar os outros. Se assim o fizer, certamente fracassara na batalha contra esse monstro que te domina. ©Elizeu NVL, março/2019.

NOSSOS PROBLEMAS: QUAL É O TAMANHO REAL?

Quem não quer viver de cabeça “fresca”, sem “stress”? — Passar os dias sem ter que se preocupar, manter um bom relacionamento com seu cônjuge e com as pessoas de seu meio social, de forma viver as horas sem sobressaltos, em paz.

Certamente esse desejo é uma unanimidade, no entanto, invariavelmente as pessoas que querem ter vida serena e agradável, porém, muitos agem na contramão disso, pois, diariamente desde à primeira vista, fazem tudo para ver a realidade de forma deturpada, e ainda tem por hábito reclamar de tudo.

Ao que tudo indica, entretanto, elas fazem questão que o mundo saiba dos seus intemperes da vida. E a pior parte disso, é que para esses, que reclamam de toda espécie de má sorte, ao que parece lhes dá prazer.

Inclusive, constatamos isso ao cumprimenta-las: “como você está?”, ouviremos uma resenha dos seus problemas, intercalados com assuntos de (tragédia) que viu a pouco na “internet” e que geralmente ocorreu bem distante da sua vida, geograficamente e com peculiares diversas as suas.

Por outro lado, felizmente, existem outras pessoas que são práticos e dispensam fofocas e tragédias, são exceções.

Seja como for, é fato que imaginamos que os nossos problemas são os maiores que existem, “a grama do vizinho é sempre mais verde”. Eis o ponto da nossa reflexão de hoje.

Por que nossos problemas sempre aparecem maiores que de outras pessoas?

Como toda boa reflexão, deve ser empírica.

Então! Vale conhecer sobre a vida de um comerciante, empresário dedicado, homem trabalhador e honrado, vivia 100% do tempo em prol do trabalho, para manter tudo funcionando na sua empresa. No entanto, se preocupava em demasia com (impostos, funcionários, fornecedores, etc.), vivia apavorado e até perdia sono só em pensar que poderia falir e perder seu negócio. Para ele, isso seria o fim da sua vida.

Certa vez adoeceu e teve que sair da cidade para o tratamento. Como tinha pressa para retornar para seu negócio, viajará de avião. Sua ansiedade era tremenda, sentia-se como se fosse explodir, —o que seria da sua empresa na sua ausência?

Logo após o avião decolar, ele colou o rosto na janela para observar tudo. Notou que a cidade já não parecia tão grande, e nem dava para ver as pessoas no solo, e em poucos segundos de voo não via mais os carros. Em minutos, sua cidade vista pela “janelinha” do avião era apenas um ponto minúsculo no horizonte. Subitamente se calmou, ao perceber a insignificância de tudo que acreditava frente à realidade de toda à existência.

Isso nos ensina que, os nossos problemas aparentam enormes e insuperáveis quando mais estivermos mergulhados neles. Pois, à medida que refletimos sobre quem somos é como se nos afastássemos de todas as dificuldades, e as percebemos como um pequeno ponto de tinta numa folha de papel, que ao aproximar de nossos olhos podem tomar todo nosso campo de visão, porém, isso não é real.

Portanto, a dimensão de nossos (problemas) males são proporcionais aos enfoques que damos a eles. © Elizeu NVL. Março/2019.

A maior de todas as aventuras: O descobrimento.

Por Elizeu NVL.

Desde os primórdios da história humana, o homem busca explicação sobre a sua própria existência. Sobretudo, para responder à (três) questões fundamentais: (quem somos, de onde viemos, existiu um criador).

Nessa busca, ao longo dos séculos, deuses, religiões, doutrinas, filosofias sugiram, (floresceram e desapareceram ou foram literalmente queimadas). Houve muita violência, guerras por conversões forçadas e outras para excomungar incrédulos.Tudo, buscando monopolizar o conhecimento da espiritualidade, porém, nada disso fez mudar a existência da nossa alma imortal e sua relação com o Criador.

Tudo o que diz respeito as aflições e problemas com relação (pessoas ou eventos cotidianos), ocorrem em nossa alma. Porque é dentro de nos que reside a consciência, é essa, que pode mudar toda a nossa percepção sobre a vida.

Inclusive, é pelo livre arbitro que somos autônomos. Podemos fazer as mudanças efetivas que propiciam dar um novo sentido à nossa existência, independente de intermediários. São as nossas decisões que podem nos tornar outra pessoa, ou seja, uma melhor versão de nós mesmo.

Quando pode ser feito? — No presente, é claro. Pois, é agora o melhor momento para renascer(descobrir). Sabemos que o passado não pode ser modificado e o futuro ainda não foi escrito.

Como isso pode ser feito? — Através de auto-analise. Refletindo sobre cada aspecto da nossa vida: (medos, ações, omissões, desejos e esperança), de modo compreender o mundo que nos cerca e nos tornar uma pessoa melhor, feliz por si mesma, aprendendo a conviver em paz e harmonia em sociedade.

Porque, é uma necessidade que está intrínseca dentro de cada um, percebemos isso pelo vazio que sentimos mesmo tendo dinheiro e poder, ou pela solidão quando estamos cercados de muitos amigos e pessoas que amamos. Também é verdade, que almejamos obter as respostas e conhecer o sentido da vida.

Por fim, mude a forma com a qual você vê o mundo e ele todo mudará, permitindo-se viver a melhor versão de si mesmo e evoluindo como ser humano. Ao que tudo indica, esse é o grande proposito de quem nos  Criou a sua imagem e semelhança. ©Elizeu Nvl, março/2019.

Por que não estamos imunes as frustrações?

Por Elizeu NVL.

Pouco importa quem somos, é fato, que desejamos realizar nossos sonhos e sermos felizes. Ao que parece isso é um ideal de todo ser humano. Seja qual for o nosso grau de satisfação com o mundo que nos cerca, sempre queremos desfrutar o melhor que à vida possa oferecer.

Entretanto, vivemos num mundo de inconformismo que saltam aos nossos olhos. Pois, convivemos com: as decepções; a desesperança e as intemperes da vida que nos premia diariamente.

São esses momentos de infortúnios que ganham nossa maior atenção, até lamentamos muito sobre tudo isso.  Outros, porém, pensam ser até natural que suas expectativas acabam não se concretizando, por mera obra do acaso, má sorte ou por uma vingança divina.

Vale uma reflexão!

Por que coisas ruins ocorrem conosco, diferentemente das nossas expectativas?

Partindo da premissa de que invariavelmente nunca obtemos o sucesso tal como se deseja, somos forçados a admitir que existe um fator externo, que nunca consideramos. Isto é, que não estamos plenamente no controle das “coisas” neste mundo. De forma que, existe algo (ou alguém) maior que nós, comandando tudo de maneira incondicional.

Além do mais, sendo o que somos, “seres com prazo de validade, imperfeitos e relativamente incapazes”, é elementar procurarmos compreender como isso funciona, no mínimo.

Pelo que sabemos sobre o universo e suas leis, por exemplo: conhecemos a lei da gravidade, o que nos permitiu desenvolver aviões e voar; aprendemos sobre as partículas e átomos, e criamos a bomba atômica, etc.

Entretanto, há muito mais para aprendermos com relação nos mesmos, muito além do que “Freud, Jang e outros” nos ensinaram. Trata-se, de compreender a respeito da nossa própria espiritualidade. Bem mais do que as religiões tentam nos ensinar, há séculos, e ao que tudo indica, sem sucesso.

Portanto, a compreensão que nos falta, são as que responderiam os “porquês” de algumas coisas não acontecem conforme nossos planos. Sem querer esgotar o assunto, mas, certamente o que nos falta é: 1) deixar de culpar terceiros pelos nossos insucessos e; 2) diminuirmos o nosso ego.

Finalmente, entenderíamos, que tudo o que acontece em nossas vidas e que aparentemente é para mal (ruim) sob nosso ponto de vista, se revelará ser apenas “um teste” para a nossa evolução espiritual. Disso, decorre tudo o que ainda não compreendemos. ©Elizeu NVL, março/2019.

Os maiores medos: onde estão e por que enfrenta-los?

Por Elizeu NVL.

Quem não teve aquela sensação de pânico, que toma conta da gente e nos faz parar abruptamente e até desistir de fazermos algo? Como é possível vencer certos medos, que até nos impedem de evoluirmos como pessoa? Onde estão os nossos maiores medos?

São muitas as questões, no entanto, a maioria de nós passa a pela vida sem nunca enfrenta-las, por pensar que elas são insuperáveis e por sentir uma espécie de pavor do medo, “(Deus) me livre nem quero falar disso”.

Por outro lado, é um fato. Que desejamos viver em paz e ter nossa parcela de felicidade! Passar pelos desafios e vence-los, galgar ao “top” de nossos sonhos e todos os desejos. De forma superarmos nossos medos, sempre!

Para refletirmos sobre o tema, é relevante conhecer um fato da vida de Abraão (patriarca do povo hebreu). Conta à história (Bíblica) que o primeiro contato dele com o “Deus Criador” só ocorreu após 75 anos de sua busca para saber quem era Deus, isso desde os seus 3 aninhos.

Segundo relatos, atribuído ao próprio patriarca, a primeira coisa que Deus lhes disse foi, “Saia para dentro de você”. Soa estranho e sem sentido para nos ocidentais. Como assim, Deus falou só isso? — O mais importante aqui, é o que isso significa para a nossa reflexão.

Partindo do ponto que Abraão é o pai da crença monoteísta, é de fundamental importância e relevante. Pois, mais de um terço dos habitantes do planeta, professam essa fé, num Deus único.

Como fica essa reflexão diante disso? — Sabemos a história dos descendentes de(Abraão, o povo Judeu), que viveram e superaram toda sorte de desafios sob o sol (exílios, expulsões, perseguições, holocausto, conversões forçadas, etc.).

De forma que, o que DEUS disse foi algo muito poderoso e importante, há mais de 4mil anos. Visto que, está no cerne dos ensinamentos (Torá “bíblia”), que estabelecem regras para a vida do indivíduo e seu convivio em comunidade, referencia que vigoram até hoje. E desde tempos remotos, permitem muitos (de quaisquer povos) superar seus desafios, tal como o povo Hebreu e chegarem a Deus.

E no processo pelo qual todo o ser humano deverá passar para atingir o propósito da sua existência, é necessário que faça auto-analise continuamente para as devidas correções no rumo da sua vida. Pois, só assim poderá evoluir como pessoa e conviver em paz perpetuado-se pela  sua descendência. Foi exatamente o grande feito do Patriarca (ir para dentro de si mesmo) e ponderar sobre que é bom e justo para assim agir, e se abster do injusto e afastar do que é mal.


Por fim, certamente nem todos entendem. Porém, é simples. — Para se ter a paz, ou seja “estar em comunhão com Deus” conforme está escrito, é a mesma coisa. Portanto, é necessário irmos para dentro de nós mesmo, para enfrentarmos todos os nossos medos, de modo a superar tudo em nossas vidas. É esse, o nosso maior desafio.

©Elizeu NVL, março/2019.

Somos humanos, ou que?

Por Elizeu NVL.

O que significa isso? Parece que nossa década enlouqueceu?  —todo mundo está fora da “casinha”.

Fato é que,  a maioria de nos está vivendo numa realidade liquida do Profº. (Zymount Bauman).

Não é preciso muita reflexão para perceber. Firmamos à maioria dos nossos compromissos, (compramos, vendemos, pagamos e buscarmos direitos), tudo pela Internet. Nem os  relacionamentos estão livres dessa automação.

Basta um “emotion” para dizer te amo e um click para bloquear o contato, terminamos ex-amor.

O que aconteceu com à gente? Por que nos tornamos tão automatas?

Se a tecnologia que revolucionou as conexões humanas de forma global, simplesmente, cumpriu sua missão. Será que fomos tragados, por ela?

Em menos de uma década,  perdemos, a nossa capacidade de interação pessoal (humana), bastar olhar as pessoas num encontro social (restaurante).

O desafio agora é, seremos os humanos 2.0? –com menos interações físicas e escolhas livres, as nossas críticas pessoais, as opiniões, o voto nas eleições. Faremos tudo,  sem consultarmos os scores de likes?

Estão postos os fatos. Decidimos se somos “seres conscientes”, ou  reduzidos “à meras coisas”, que pode ser programadas por algoritmos computacionais, e  cada vez mais sendo menos humanos livres.(c)Elizeu NVL, março 2019.

O VAZIO: POR QUE ISSO NOS FAZ SOFRER?

Sempre que falamos com alguém que se declara triste, algo que é recorrente na vida destas pessoas, é dizer que sentem: desilusão, desalento, desperança, melancolia e coisas do gênero. Não é preciso muita conversa com dada pessoa que interagimos, para que apresente uma resenha dos problemas e um rol de justificativas para a própria sensação de vazio interior.

Como sempre fazemos, aqui, buscamos provocar (reflexões), baseados em experiências empíricas, portanto, não temos a ambição de responder todas as questões, entretanto, procuramos despertar buscadores para o conhecimento de si mesmo, e assim, cada um poderá encontrar as próprias respostas.

Constamos, contudo, com relativa frequência neste mundo da realidade liquida(Zigmund Bauman), sobremaneira, nas redes sociais, que essa sensação desagradável causadora de tanta angustia dentro de nós e tem se tornado muito comum. Ao ponto, que já se fala, que vivemos no século onde a depressão é vista como epidemia iminente.

Vamos por parte, como dizia o “Jack Estripador”.

Em primeiro lugar devemos excluir da nossa análise, as pessoas que tem algumas das patologias clinicas, as quais, devem ser tratadas com medicação, pois, é cientifico que essas têm desiquilíbrio químico, portanto, ao invés de reflexão deve procurar ajuda profissional.

Quanto aos demais, que representam o maior número de casos de vazios, até aqueles com severo grau de insatisfação consigo mesmo, para esses felizmente isso tem cura. Parafraseando (André Morais) —professor de mercado financeiro, que diz: a solução embora seja simples, mas não é fácil, e é exatamente o que ocorre para tratar a sensação de vazio. Por isso, julgamos que tudo o que nos aflige, assim como, as soluções, sempre estiveram dentro de nós.

Partindo do princípio de que somos seres com consciência, que por conta disso, conseguimos fazer escolhas livres. Essa competência nos diz, que somos senhores de nós mesmos. Contudo, frisamos, que não se trata de dogmas religiosos, e que esses, proveem de alguma cultura, pois, ter fé ou não, em algo, ou alguém, poderá ser aprendido.

Enfrentar a si mesmo e os monstros que existem dentro de cada um, é a parte mais difícil, mas não é impossível. É necessário e fundamental, que nos despimos de todos os dogmas e preconceitos, e olharmos com coragem para quem realmente somos. Certamente, perceberemos que o que nos aflige sempre diz respeito a nossa percepção de mundo.

Tomamos, por exemplo, os nossos vícios: ao contrário do se apregoa, não se trata de demônios que nos possuam ou algo do gênero, e sim, da nossa incapacidade de lidar com nossos próprios instintos e impulsos. Pois, sabemos que basta tão-somente controlar os nossos desejos e tudo mudará. Sei que é possível: “Não quero beber, não beberei”.

Todos já ouvimos algo como: já fiz tanta coisa, religião, simpatias, promessas, e tantas outras tentativas e nunca consegui me sentir livre desse mal que me atormenta há anos. Também, dizem: tive um casamento opressor por anos ou meus pais foram demais severos comigo, a lista é enorme. É o típico caso de terceirização de solução e da culpa, fuga da responsabilidade.

Portanto, de forma análoga os vícios, é a nossa concepção de mundo. Pois, esperar que determinadas pessoas ajam segundo os nossos pensamentos, desejos e “expectativas”, é simples concluir, que isso pertence ao reino das utopias. Quanto a isso, tenho conselho ótimo, ouvi de uma criança de 5 anos, minha filha Rebeca: “cada pessoa é uma pessoa”.

Por fim, estou além das (300 palavras) habituais, devo encerrar. Julgo que empiricamente é bem simples, porque, podemos escolher agir ou não, desde que seja com toda a nossa convicção e foco. Nunca esperar que o mundo em nossa volta se ajuste aos nossos desejos. Tem uma citação dos evangelistas, que diz: “Onde estiver o seu tesouro, ali estará o seu coração.”, cuide para escolher o que lhe valioso. ©Elizeu NVL.

NADA É POR ACASO.

Para a maioria de nós que está tão absorvida pela “realidade” de espaço-tempo, neste “mundo físico”, que o tema soa como clichê. No entanto, existem pessoas entre nós, que já despertaram para espiritualidade e o autoconhecimento, que para essas, certamente que sim, nada acontece por mero acaso.

Nossa reflexão de hoje, nasce da observação de fenômenos que aparentemente se enquadram em espécie de eventos que não são meros acasos.

Alguém em local tão distinto do seu, se motiva por uma ideia semelhante à sua, e toma a mesma iniciativa, no mesmo instante, e que disso, decorra um evento que afetará, sobremaneira, a vida de ambas as pessoas envolvidas, segundo suas próprias expectativas. Temos nesse caso, que considerar quatro variáveis (motivação, ideia, iniciativa e o tempo).

Entretanto, alguém poderá argumentar que se trata de coincidência, pois, no caso em análise, ocorrendo no brasil que é um país, com mais de 200 milhões de habitantes, há muitas probabilidades de ocorrer acasos.

Porém, quando se observa ainda mais de perto o evento, que além das quatro variáveis acima, acrescendo à essas, outros quatro condicionantes que estejam associadas a peculiaridades pouco comuns, como: (um sonho, uma expectativa, uma decepção, um desejo) e restringindo o universo para meras 1 413 de pessoas.

Não há dúvida, portanto, que às probabilidades são infinitamente restritas, para um evento seja configurado obra do acaso. “Tudo na vida tem um porque e um, porém”, para ser o que de fato o é. Devemos olhar com atenção e perceberemos que nada que nos ocorre é puramente por acaso. © Elizeu NVL.

DECEPÇÃO: QUEM É CULPADO?

Se existe algo tão antigo quando consciência do ser humano, é a decepção, pois, certamente essa, é contemporâneo à aquela própria. Não importa o quanto retornamos na história da humanidade, sempre encontraremos relatos de pessoas se decepcionando com atitudes de outras. Então! Se, algo é tão arcaico que apesar de toda a nossa evolução de milhares de anos, porque ainda não nos livramos da dita decepção com pessoas?

Nossa reflexão, é mais uma constatação. Pois, diuturnamente quem pode afirmar que nunca se deparou com atos ou eventos envolvendo pessoas das nossas relações, as quais, nos premiaram com essa dádiva as avessas? Além disso, o que nos motiva para tratar do tema, e o fato que se trata de umas das maiores dores emocionais que sentimos. Atire a primeira pedra quem nunca se decepcionou com alguém! — parafraseando o evangelista João.

Antes de responder a questão posta, contudo, julgo fundamental fazermos algumas considerações sobre o que é decepção. Nos dicionários: “decepção ou desilusão é o sentimento de insatisfação que surge quando as expectativas sobre algo, ou alguém não se concretizam”. Vemos que o termo é autoexplicativo. Entretanto, para à psicanálise, trata-se de ilusão e desilusão. Freud afirmou: “Porque destruímos as ilusões acusam-nos de colocar em perigo os ideais”, eis o paradoxo freudiano. Em sentido mais estrito, a “Desilusão é uma decepção ou desencantamento decorrente de uma experiência negativa profunda; é ato de desiludir-se, desenganar-se, o que pressupõe que nos enganamos sobre algo ou alguém, que em um momento qualquer, acreditamos”.

Resumindo, quando estamos decepcionados, vivenciamos emoções poderosas, que podem até ser fatais para os mais fracos, visto que é recorrente as causas de muitos atentados, inclusive, contra a própria vida do decepcionado (suicídios).

Mas, voltamos ao ”X” da questão, existe culpado, se em caso afirmativo, quem é?

Não necessário divagar muito sobre de quem é a culpa e/ou a autoria desse evento vil, que tanto nos afeta. A decepção está por excelência, condicionado, atrelada, por assim dizer, ao sentimento de posse que temos em relação a algo que é externo a nós, no qual depositamos muitas expectativas, que invariavelmente essas, são superestimadas por nos mesmo.

Vemos por experiências empíricas durante as nossas vidas, que as pessoas comumente falam (fulana / beltrano) me decepcionou, etc., e lhes atribuindo todo o crédito pelo feito. Esquecemos, porém, que fomos nós, que mesmo que nos iludimos criando expectativas além do razoável. Como naquela máxima popular “quanto maior altura, tanto maior será a queda”.

Por fim, não é saudável para as nossas emoções, superestimarmos os sentimentos e a reciprocidade das pessoas em relação a nós. Os antigos já sabiamente afirmaram na metáfora: “embora dóceis, os cavalos sempre dão coices, assim como, as pessoas sempre podem nos decepcionar”. ©Elizeu NVL.

O MAL COMPORTAMENTO: JULGAMENTOS.

O comportamento errado que temos, afeta muito mais a nós mesmo do que imaginamos. Ao agirmos contrario a ética (Caráter, modo de ser de uma pessoa), estaremos diante do tema proposto. Pois, ao comportarmos mal, ou seja, de forma contraria aquela, acabamos por ofendendo pessoas que não mereciam e demonstrando quão ignorantes somos. Sobre tudo, quando julgamos algo ou alguém.

Na busca pelo autoconhecimento, estudamos o comportamento humano, com enfoque na psique. Que, aprendemos, segundo Carl Jung, ser os principais fatores que levam ocorrermos em atitudes de comportamento inadequado. Porque, isso decorre de tipos psicológicos, embora comum a todas as pessoas, existe, entretanto, um fator dominante,  considerada a força superior em nós: que é nosso estado emocional. São a partir das nossas emoções, que provem a pior face de nós, que são os julgamentos que fazemos.

Os julgamentos são essencialmente atos emocionais, e como tais, expressam os nossos desejos e as decepções. Logo, se você vai exprimir sua opinião sobre algo, eventos ou alguém, deve sempre considerar como estão as suas emoções, pois, fatalmente ela irá influenciar tudo naquele momento.

É fato, que se estamos julgando algo ou alguém, estamos exprimindo uma opinião puramente subjetiva sobre o objeto em análise, e isso, fara com que levaremos sempre em conta os nossos (preconceitos,   valores, crenças, etc), muito raramente consideramos somente os fatos.

Portanto, sempre que pensarmos em julgar alguém, devemos evitar isso a todo custo, sobremaneira, quando se tratar de pessoas de quem gostamos ou odiamos, porque fatalmente nossas sentenças serão inúteis, pois, são irreais ou injustas. © Elizeu NVL.