Por que não estamos imunes as frustrações?

Por Elizeu NVL.

Pouco importa quem somos, é fato, que desejamos realizar nossos sonhos e sermos felizes. Ao que parece isso é um ideal de todo ser humano. Seja qual for o nosso grau de satisfação com o mundo que nos cerca, sempre queremos desfrutar o melhor que à vida possa oferecer.

Entretanto, vivemos num mundo de inconformismo que saltam aos nossos olhos. Pois, convivemos com: as decepções; a desesperança e as intemperes da vida que nos premia diariamente.

São esses momentos de infortúnios que ganham nossa maior atenção, até lamentamos muito sobre tudo isso.  Outros, porém, pensam ser até natural que suas expectativas acabam não se concretizando, por mera obra do acaso, má sorte ou por uma vingança divina.

Vale uma reflexão!

Por que coisas ruins ocorrem conosco, diferentemente das nossas expectativas?

Partindo da premissa de que invariavelmente nunca obtemos o sucesso tal como se deseja, somos forçados a admitir que existe um fator externo, que nunca consideramos. Isto é, que não estamos plenamente no controle das “coisas” neste mundo. De forma que, existe algo (ou alguém) maior que nós, comandando tudo de maneira incondicional.

Além do mais, sendo o que somos, “seres com prazo de validade, imperfeitos e relativamente incapazes”, é elementar procurarmos compreender como isso funciona, no mínimo.

Pelo que sabemos sobre o universo e suas leis, por exemplo: conhecemos a lei da gravidade, o que nos permitiu desenvolver aviões e voar; aprendemos sobre as partículas e átomos, e criamos a bomba atômica, etc.

Entretanto, há muito mais para aprendermos com relação nos mesmos, muito além do que “Freud, Jang e outros” nos ensinaram. Trata-se, de compreender a respeito da nossa própria espiritualidade. Bem mais do que as religiões tentam nos ensinar, há séculos, e ao que tudo indica, sem sucesso.

Portanto, a compreensão que nos falta, são as que responderiam os “porquês” de algumas coisas não acontecem conforme nossos planos. Sem querer esgotar o assunto, mas, certamente o que nos falta é: 1) deixar de culpar terceiros pelos nossos insucessos e; 2) diminuirmos o nosso ego.

Finalmente, entenderíamos, que tudo o que acontece em nossas vidas e que aparentemente é para mal (ruim) sob nosso ponto de vista, se revelará ser apenas “um teste” para a nossa evolução espiritual. Disso, decorre tudo o que ainda não compreendemos. ©Elizeu NVL, março/2019.

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