NOSSOS PROBLEMAS: QUAL É O TAMANHO REAL?

Quem não quer viver de cabeça “fresca”, sem “stress”? — Passar os dias sem ter que se preocupar, manter um bom relacionamento com seu cônjuge e com as pessoas de seu meio social, de forma viver as horas sem sobressaltos, em paz.

Certamente esse desejo é uma unanimidade, no entanto, invariavelmente as pessoas que querem ter vida serena e agradável, porém, muitos agem na contramão disso, pois, diariamente desde à primeira vista, fazem tudo para ver a realidade de forma deturpada, e ainda tem por hábito reclamar de tudo.

Ao que tudo indica, entretanto, elas fazem questão que o mundo saiba dos seus intemperes da vida. E a pior parte disso, é que para esses, que reclamam de toda espécie de má sorte, ao que parece lhes dá prazer.

Inclusive, constatamos isso ao cumprimenta-las: “como você está?”, ouviremos uma resenha dos seus problemas, intercalados com assuntos de (tragédia) que viu a pouco na “internet” e que geralmente ocorreu bem distante da sua vida, geograficamente e com peculiares diversas as suas.

Por outro lado, felizmente, existem outras pessoas que são práticos e dispensam fofocas e tragédias, são exceções.

Seja como for, é fato que imaginamos que os nossos problemas são os maiores que existem, “a grama do vizinho é sempre mais verde”. Eis o ponto da nossa reflexão de hoje.

Por que nossos problemas sempre aparecem maiores que de outras pessoas?

Como toda boa reflexão, deve ser empírica.

Então! Vale conhecer sobre a vida de um comerciante, empresário dedicado, homem trabalhador e honrado, vivia 100% do tempo em prol do trabalho, para manter tudo funcionando na sua empresa. No entanto, se preocupava em demasia com (impostos, funcionários, fornecedores, etc.), vivia apavorado e até perdia sono só em pensar que poderia falir e perder seu negócio. Para ele, isso seria o fim da sua vida.

Certa vez adoeceu e teve que sair da cidade para o tratamento. Como tinha pressa para retornar para seu negócio, viajará de avião. Sua ansiedade era tremenda, sentia-se como se fosse explodir, —o que seria da sua empresa na sua ausência?

Logo após o avião decolar, ele colou o rosto na janela para observar tudo. Notou que a cidade já não parecia tão grande, e nem dava para ver as pessoas no solo, e em poucos segundos de voo não via mais os carros. Em minutos, sua cidade vista pela “janelinha” do avião era apenas um ponto minúsculo no horizonte. Subitamente se calmou, ao perceber a insignificância de tudo que acreditava frente à realidade de toda à existência.

Isso nos ensina que, os nossos problemas aparentam enormes e insuperáveis quando mais estivermos mergulhados neles. Pois, à medida que refletimos sobre quem somos é como se nos afastássemos de todas as dificuldades, e as percebemos como um pequeno ponto de tinta numa folha de papel, que ao aproximar de nossos olhos podem tomar todo nosso campo de visão, porém, isso não é real.

Portanto, a dimensão de nossos (problemas) males são proporcionais aos enfoques que damos a eles. © Elizeu NVL. Março/2019.

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