SUICÍDIO: PERCEPÇÃO E MOTIVAÇÃO.

Por um momento, deixemos de lado os trabalhos dos grandes mestres: Freud; Skinner; Jung e tantos outros, que dedicaram tempo e energia para compreender o comportamento, escreveram muitas obras sobre a psique humana.

Propomos, entretanto, uma reflexão com um olhar mais estreito, sobretudo, pelo método aplicado, o empírico, porém, eficiente. Vemos que invariavelmente o diagnóstico em quase 99,9% dos casos de suicídio é a DEPRESSÃO.

É necessário, contudo, fazermos uma distinção entre a patologia que é identificada por diagnósticos médicos, a qual se trata de problemas de desiquilíbrio químicos no organismo, e nestes casos, a medicação é recomenda e fundamental. Há outros casos, porém, que também, são chamados de “depressão”  e não são.

Trata-se de pessoas que fazem auto-diagnósticos e assim se dizem sofredores dessa grave enfermidade.Por isso, que há um número grande de pessoas se dizem vitimas de depressão, quando, na verdade, estão passando por momentos de tédio, insegurança, desamores, decepções e outros, que se somam aos milhões de seres “deprimidas”.

Essas, no entanto, como vimos não tem nada a ver com aquela doença. Com isso, cria-se um grande abismo, entre o fato (verdade) e o exagero da subjetividade (especulação). Fez com que os números de pessoas deprimidas crescesse exponencialmente.

O que nos leva ao “X” da questão e ponderamos: —a maioria das pessoas que dizem “deprimidas” por — autodiagnostico, ou “porque está na onda falar que se está deprimido”, a essas, sugerimos erradamente o seguinte:

É unanime as ajudas que oferecemos essas ultimas pessoas  “doentes de depressão”, são: orar por eles, os levamos para as igrejas, chamamos para festas, ouvimos seus contínuos dilemas e estados de solidão, estimulamos com vídeos motivadores, palestras, etc.

Por outro lado, nunca, nunca mesmo, procuramos estimular o “doente” falar do seu próprio EGO, conscientiza-lo  de que tem um. Simples assim. As pessoas com estado de aparente depressão tem dentro de si um colossal EGO.

Se quisermos ajuda-las! — proponhamos que se conheçam por dentro, isto é, a compreender  que não o “ultimo biscoito do pacote”. Que devem sim, desenvolver empatia pelos outros. Pois, existem bilhões de pessoas em situações muito piores que as delas. Que a sua existência (vida) não lhes pertence! ©Elizeu Nvl. (filho de pai suicida, que também, passou por momentos depressivos).

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