REFLEXÃO: GERAÇÃO CEGA!

Pode até soar radical tal afirmação, no entanto, basta ler comentários de “matérias jornalísticas” e nas redes sociais, para entender o que seja a cegueira social. É inacreditável o que se lê ali, pois, 99% do que é escrito são palavras de péssimas escolhas para um dialogo construtivo, porque são expressões carregadas de ódio, intolerância e um sem número de outras que beiram a insanidade.

Sempre me considerei um sujeito normal, socialmente mediano, por exemplo: nunca fui tão assíduo, dedicado a “ajudar” os outros nas cousas sociais e afins. Contudo, tenho um senso de justiça e ética que vai além das convenções, sobremaneira ao nível de sociedade em que vivemos nesse um mundo de verdades “do politicamente correto”.

Entretanto, não sou dado ao saudosismo, de que tal tempo determinado da história, tal prática era melhor ou pior que as de hoje. Porém, reconheço e sou enfático ao afirmar que vivemos no limiar da ignorância.

Inclusive, há poucos dias, quando uma pessoa de posses e bem relacionada me disse: “o importante é ganhar para seu próprio sustento e ter uma religião, que de resto para nada serve”. Porquanto me ocorreu que tal ideia (ignorante) deve ter sido também exposta por aqueles que não ouviam as sábias palavras de Aristóteles três séculos antes de Cristo.

Segundo meu interlocutor: “para que pensar? Né! Melhor mesmo e viver o momento e curtir a vida”. — Confesso que fiquei chocado com tal assertiva e até me indaguei qual era o objetivo de, tal pessoa ter buscado uma religião?

Por fim, pouco se pode acrescentar aqui. Hoje há milhões de pessoas que agem no automatismo e são “arrebanhadas” por credos diversos que nada lhes ensinam sobre como as coisas são. Pois, é fato que não tem o mínimo discernimento. Então, como fazê-las compreender a própria existência? Ou ainda, a pensar nos motivos pelos quais elas existem?

REFLEXÃO: COMO CRESCER COMO SER, EM UMA PANDEMIA?

Estamos todos “confinados”, mas a maioria de nós em nossas casas! Guardada as devidas proporções, até que é muito bom, pois, afinal de contas, em tempos normais muitos nem sequer passam mais que 1/3 do seu tempo (dia) em sua própria casa.

Entretanto, aos que estão saudáveis, isto é, não foram expostos ao vírus (COVID-19), sintam-se felizes, porque para estes, basta evitar o contato com o “mal” que espreita a cada toque do convívio com nosso próprio meio social. Isto porque, não há um só estado do nosso Brasil que afirme estar livre do risco.

Porquanto, já se passaram cinco dias desde que comecei escrever essa reflexão, parei de fazê-lo, no segundo paragrafo, pois, por motivo de força maior tive que viajar.

Contudo, como sempre gosto de falar de empirismo, este é meu depoimento:

Fora quatro dias quase “sem parar”, rodei mais de quatro mil quilômetros com automóvel: sai de Rondônia cruzei os dois estados de Mato Grosso e do Sul, Paraná, até a fronteira do Paraguai, passei uma centena de km pelo estado de São Paulo e retornei. Ao longo de todo trajeto da viagem pude observar o medo estampado nos olhos de todos que vi (atendentes dos pedágios e os frentistas dos postos de combustíveis). — tomei medidas sanitárias elementares: levei comigo um ‘kit’ de produtos de higienização e além de máscaras e luvas. Segui o protocolo de segurança sanitária. Por dezenas de cidades que passei, em algumas, até registrei com meu celular, tudo vazio, foi algo que nunca esperava ver na minha grande nação, o povo recluso e com tanto medo, tudo se assemelhou cena de filmes de ‘hollywoodianos’ de pandemia. Concluo esta, muito diferente do que faria se não tivesse feito essa viagem. Pois, graças ao Eterno nada me ocorreu de anormal. Sinto cansaço e algumas dores, mas estou feliz e em paz por ter cumprido minha missão: trouxe comigo minha filha n.º 5, sã e alegre. Estamos aguardando em casa, o afastamento desse mal do meio de todos nós.

Por fim, creio que devemos ter responsabilidade e terminação em tudo que nos propormos a realizar, pois, é fato que o Eterno tudo nos permitirá se tivermos um coração forte e fé inabalável.

REFLEXÃO: SERÁ QUE A NOSSA VISÃO DE MUNDO ESTÁ CERTA? 

Sempre que estamos diante de uma crise, tal como no momento atual, é comum ouvirmos toda sorte de previsões “apocalíticas” que, a meu ver, em nada contribui para o bem da nossa jornada: neste barco, que todos estamos e o chamamos de (vida).

Sabemos ou pelo menos a maioria de nós que tem mais de 40 anos, sabe que as crises, essas que afetam a comunidade global, têm sempre uma consequência obvia: certamente pessoas morrerão aos milhares, as economias mundiais serão afetadas, o desenvolvimento social de muitos será afetada. Seja você pequeno ou grande, alguma coisa com certeza perderá, ou deixara de desfrutar. Contudo, ainda não será o fim do mundo.

Ao longo da nossa história, da sociedade humana e especificamente falando do assunto do momento: (COVID-19) — Corona Vírus. Por óbvio, que nos sentimos chocados e indignados, também, proferiremos toda sorte de adjetivos para descrever nossa perplexidade.

Entretanto, ao longo do desfecho da crise, quando as coisas voltarem à normalidade, o que será que certamente ficará em nossas mentes e corações? — gostaria que a resposta fosse “o aprendizado”.

Contudo, se voltarmos à mente, sobretudo os que já vivenciaram catástrofes que provocaram mortes e destruição, poucos são aqueles, capazes de demonstrar que mudaram sua concepção de mundo desde a tragédia. Pois, o fato é que desejam retornar a normalidade das suas vidas cotidianas. — já vi ontem via ‘web’: poxa, o que vamos fazer sem as festas? Nem poderei mais ir ao boteco ou nem haverá mais ‘shows’! , Etc.

Por fim, é chocante como a maioria de nós não enxerga muito além do seu raio de visão física, quanto mais ver ou sentir com relação à humanidade. Me questiono: quanto ainda teremos que evoluir para chegarmos à condição mediana de seres conscientes? — SERÁ QUE A NOSSA VISÃO DE MUNDO É VERDADEIRA?

REFLEXÃO: QUEM DIZ SABER É O MAIOR DOS IGNORANTES.

As maiores vaidades humanas provem do nosso próprio egoísmo. Quem poderá dizer que sabe ou que conhece tudo? — não se trata de títulos acadêmicos. Dizemos isso, com relação daqueles que se sentem possuidores de grande saber a respeito dos mistérios do reino de Deus.

Se tomarmos, por exemplo, o que ocorre com o conhecimento científico. Que é um ramo de estudo que formaliza hipóteses, teorias e até estabelece princípios e leis, mas que muitas das vezes em menos de um século tudo muda, novas “certezas” são estabelecidas. Ou seja, não é raro que estudos de determinado conhecimento se revelam equivocados poucas décadas depois de publicados.

Então, o que dizer de alguém que lê durante 40 anos da mesma fonte, pode se tornar um conhecedor sobre tudo? — vaidade tudo é vaidade, como dizia o apostolo Paulo. A voz do grande Platão sobre seu o mestre Sócrates ecoa há milênios: “só sei que nada sei…”

Contudo, no ramo da psicologia comportamental, tem um termo cunhado há décadas, chama-se (Coerência): trata-se da ideia de manutenção da própria identidade no longo do tempo. Explicamos através de exemplo bem popular: alguém que se diz torcedor do flamengo, logo, essa pessoa resistiria muito a simples ideia de vestir uma camisa do São Paulo.

Da mesma maneira alguém que está “ensinando” determinado preceito ao qual lhes disseram ser verdadeiro, certamente se oporá em mudar de opinião, ou ao menos verificar se há possibilidade de tal “doutrina” seja a correta, pelo simples fato de ser coerente com aquilo que se tornou um dogma.

Por fim, sempre que alguém disser que determinado conhecimento guarda uma verdade (absoluta), isso é o primeiro indicativo de que estamos diante de um dogma. E como sabemos, estes não guardam relação com fatos, visto pertence ao mundo do subjetivismo de determinado grupo de pessoas.

REFLEXÃO: POR QUE PESSOAS “BOAS” SOFREM?

Todos nós, em algum momento da nossa vida conhecemos pessoas batalhadoras, honestas e tementes a Deus, as quais, nutrimos certo grau respeito e admiração, que até é comum dizermos: “o fulano ou a sicrana é uma pessoa do bem”. No entanto, quando tais pessoas nos falam das suas próprias vidas, abrindo seus corações, é quase certo que alguns de nós se questione, por que aquele ou aquela pessoa tão boa sofre?

Contudo, antes que qualquer dogma religioso exponha sua “verdade” sobre o tema — não nos oporemos quanto a isso, mesmo porque, em se tratando de convicções religiosas, existe aos milhares para todos os gostos.

Porquanto, convidamos você a considerar uma reflexão, sugerimos através de um método que achamos razoável, que é o do empirismo, ou seja,  que a sua posição sobre tema seja validada com base em experiências pessoais ou de pessoas de confiança que te cercam.

Depois, é necessário ficar atentos pelo fato: o que julgamos ser sofrimento para alguém, o mesmo pode não ser para outra pessoa qualquer. Pois, é certo que a nossa percepção da realidade, em regra, não é exatamente igual quando vista pelos olhos de outrem.

Por fim, antes de emitirmos julgamentos do quão alguém sofre ou não, devemos ponderar os fatos com base em Leis Universais: Lei de Herança; Lei de Evolução; Lei do Tempo; Lei de Igualdade; Lei de Equilíbrio; Lei de Movimento; Auto Aperfeiçoamento e Evolução Consciente. Inclusive, deve-se considerar também, que a nossa vida não é só isso, pois existe muito mais além, bem profundo sob as águas da eternidade.

REFLEXÃO: O SEU DIA ESTÁ COMO FOI O ANTERIOR?

Como geralmente faço todos os dias no raiar da manhã, cruzo a rua para ir beber primeiro “cafezinho” na padaria em frente. Um fato curioso, é que cada manhã é diferente das demais. Outro dia, comecei perceber esse fenômeno que aguçou a minha curiosidade. Como isso é possível, se executando uma rotina tão simples todo dia, ocorram situações de maneira tão singular?

Vale uma breve reflexão: o que torna uma aparente rotina para um sem número de pessoas e para outras é sempre um novo dia?

Partimos do princípio de que todas as coisas que realmente nos tocam, sobretudo, profundamente, provocando sensações, despertando emoções e até nos fazendo esquecer de que estamos em uma rotina diária, só pode vir da parte mais nobre de nós, provem de dentro de nós, da nossa alma imortal.

Porquanto, se não sentirmos de tal maneira, é muito provavelmente porque estamos vivendo os nossos dias mecanicamente, ou seja, apenas como um ser de matéria, aquele que só compreende, responde, ou sente segundo os seus cinco sentidos lhe permite sentir.

Por fim, você aparentemente pode até se sentir saudável, alegre, descansado, etc., mas se vê que o seu dia se parece com o dia anterior, acredite, não está vivendo de verdade. Porque, viver e sentir tudo apenas pelos cinco sentidos é muito diferente de estar vivo plenamente sem rotinas.

REFLEXÃO: EXISTE O ACASO?

Desde sempre aqui no ocidente uma grande maioria de nós tem uma “crença” de que ao depararmos com situações que nos ocorrem e fogem a nossa compreensão, de que isso se trata de obra do acaso. No entanto, quando você se volta para dentro de si e busca pelo autoconhecimento e sendo sincero com você mesmo, tal explicação (culpa do acaso) já não faz muito sentido.

Estamos diante dessa premissa. Muito embora, não tenhamos a pretensão de esgotar um assunto tão profundo, contudo, vale uma breve reflexão. — Será que existe obra do acaso?

Intimamente, julgamos que o este tema exija aprofundamento do conhecimento de si, sobremaneira, por sermos portadores de uma alma imortal. Fato é que hoje, encontramos grande convergência entre o pensamento (cientifico) e o teológico quanto a isso. Porquanto, partindo desse princípio, vamos pensar um pouco.

Se uma parte importante de nós, transcende a vida física como a conhecemos: (nascemos, crescemos e certamente um dia morreremos), isso nos diz também, do quão pouco sabemos da nossa alma imortal. Ou seja, seria correto dizer que conhecemos somente a ponta do “iceberg”, que neste caso, é a vida (matéria) aqui nesta terra.

Então, atribuir ao acaso tudo o que nos acontece de maneira inesperada, ou muito além das nossas expectativas, deveríamos considerar que há muito abaixo da linha da água do nosso “iceberg”, qual seja? — Pertencente ao outro plano que não o deste mundo. Logo é razoável admitir, que não existe obra do acaso. Há, portanto, ordem e leis infinitamente além do que a nossa vã filosofia pode explicar, regendo esse universo de possibilidade, porque do contrário disso, certamente imperaria o caos.

REFLEXÃO: SER PRAGMÁTICO É NECESSÁRIO?

Quem nunca ouviu a expressão (faço as coisas do meu jeito, goste ou não, sou assim)? — Quase sempre a pessoa com tal “princípio”, vivendo em sociedade, é tida como sistemático. Fato é que na vida em comunidade deve-se considerar muito além das nossas meras convicções. Muito embora, existem pessoas que vivem segundo o seu próprio código de regras, uma espécie de dogma, pois é uma verdade só existe em suas mentes.

Pragmatismo: corrente de ideias que prega que a validade de uma doutrina é determinada pelo seu bom êxito na prática. — (Charles Sanders Peirce e William James, da virada do século XIX).

É fato que se analisarmos o nosso dia a dia, vemos que as pessoas inflexíveis ou “ortodoxas”, aquelas que são guiadas por um sistema de comportamento muito particular, enfrentam mais resistência social no ceio da sua comunidade. Que por conta disso, lhes rende muitas dificuldades de relacionamentos sociais e legais, aqui, não me refiro especificamente às regras morais.

Entretanto, me ocorreu que a regra na vida é ser oposto disso. Isto é, devemos ser bem mais práticos, ou seja, pragmáticos. É certo que devemos nos adaptar as circunstâncias com relativa frequência, por exemplo: no seio do sistema de justiça brasileiro, que regula nossa vida civil, a nossa lei civil (código civil), está carregada de privatismo que permite o autorregramento pelas partes do procedimento judicial.

Trocando por miúdos é cada vez mais comum e estimulado as autocomposições: (método de resolução de conflitos entre pessoas e consiste um dos indivíduos, ou ambos, criam uma solução para atender os interesses deles, chegando a um acordo).

Portanto, é cada vez mais trivial a resolução de conflitos por esses meios, em oposição ao que ocorria há décadas passadas, onde aguardávamos o Estado (judiciário) dizer o direito, ou seja, no popular buscava-se a justiça.

Por fim, a vida para o ortodoxo em nossos dias, no século XXI é deve ser difícil, pois terá que superar “as coisas do seu jeito” para se adaptar ao pragmatismo (aquilo que é razoável para pacificar a sociedade). Com isso o pragmatismo finda sendo a regra em oposição ao que aprendemos com nossos pais.

REFLEXÃO: VEMOS O EFEITO, NUNCA A CAUSA.

Sempre que procuramos respostas para os (como e porquês) das coisas acontecerem diferentemente das nossas expectativas, invariavelmente atribuímos a algo ou a alguém, culpando-o pelo nosso aparente infortúnio: perda de um emprego, péssima nota nas provas, a batida do carro, ser deixado pela pessoa amada, etc. Também é fato que poucas pessoas conseguem fazer autocrítica ou tem capacidade de se deter e analisar antes de emitir qualquer juízo de valor.

Porquanto, ao que tudo demonstra, as nossas atitudes frente às desventuras da vida, seguem regras antiquíssimas, que provêm dos primórdios, bem antes das civilizações florescerem no fértil crescente (entre rios Tigres e Eufrates) e que é conhecida por estudiosos de todas as culturas (lei do menor esforço e maior beneficio).

Neste exato momento em que escrevo essas palavras, sou capaz de verificar um sem número de ocorrências das quais testemunhei desde que esse dia nasceu. São situações em que as pessoas procuram culpados por seus erros na tentativa infantil, ou melhor dizendo, de maneira primitiva de eximir-se da culpa da causa das próprias estultices.

Na lei do menor esforço: “o ser humano tem uma tendência natural para tentar obter o máximo resultado a partir de um esforço mínimo.” Não tem erro! Basta você parar e analisar a verdadeira causa da maioria dos seus infortúnios diários e compreenderá que na maioria das vezes foi por isso.

Em uma breve reflexão: O que tem a ver esse dita lei com a perda do amor de alguém, por exemplo? — elementar meu caro Watson!

Geralmente, se trata de consequências das atitudes negativas reiteradas que com o tempo foi se avantajando até se tornarem insuportáveis pelo outro, e aquele, acaba por dar o fim na relação. E assim poderemos enumerar um sem número de casos que com o mesmo “modus operandi”.

O nexo causal do nosso exemplo acima, é direto. A pessoa (A) vai passo a passo através de pequenos gestos diários de indiferença: “palavras rudes, intolerância com pequenas coisas, etc.” que está consciente disso, mas é mais cômodo fazer de conta que não foi nada, pois, amanhã à pessoa (B) terá esquecido tudo. Assim, se esquece da obrigação de que é necessário consertar as coisas após cada “vacílo”, antes que, tudo se apodreça e o inevitável aconteça.

Por fim, tudo se resume em não perceber que para todas as nossas pequenas ações haverá consequências. Tal como é a lei da causa e efeito.

Pequenas reflexões: um nome.

Estude sempre, não importa o que pensa que sabe. Pois, é fato que nunca saberemos tudo.

Livre-se de ideias limitantes. Ninguém deseja ser um perdedor para sempre, por mais que o seu meio social (família e o círculo que convive) tenham lhe dado essa impressão, pois, o que importa é como sente e como vê o mundo que te cerca.

Invista em você em primeiro lugar. Não me refiro a (bens) materiais, roupas de moda, etc. Seja a sua riqueza a busca por conhecimento, porque essa é o seu maior tesouro.

Zele por quem te ama, sobretudo por aqueles que lhes tem rancor e ódio, porque estes são as suas provações neste mundo.

Encare cada dia como uma dadiva do Criador, pois não saberá quando virá aqueles de provas e dores.

Urge o tempo da espera, aja a cada dia como seu fosse único que tens para fazer boas obras.

Necessário é se reinventar sempre, nunca tenhas por definitivo tudo o que sabes, pois, cada dia lhe é dado provas para que cresças.

Ignore a maldade e até os maus pensamentos, pois é você quem atrai o que mais teme.

Enxergue mais do que seus olhos veem, pois, é fundamental que ajas mais pelo que sentes.

Seja sempre as suas ações modelo para inspiração de outros a sua volta.

Entenda o ponto de vista do próximo, pois nem a todos é dado o discernimento.

Reconheça as limitações do corpo físico e busque a sabedoria que provem dos mundos superiores, porque é de lá que provém toda a verdade.