FALAR É IMPORTANTE, TÃO QUANTO O QUE DIZEMOS!

A voz humana é o instrumento mais potente do mundo, que pode começar uma guerra ou simplesmente dizer eu te amo” (Julian Treasure).

A capacidade da fala, que foi dada a nós pelo Criador, somada à nossa consciência, são os atributos que nos tornam verdadeiramente humanos. Contudo, nem todos fazem um bom uso desse dom maravilhoso.

A linguagem (verbal), —antes do invento da escrita, foi desde os primórdios da civilização o único meio de transmitir: culturas; costumes e religiões, que foram criados e mantidos por gerações. — sabemos disso  — por exemplo — a bíblia, só foi escrita após séculos de oralidade. O que por si só, demonstra à importância da necessidade de transmitir com fidelidade tal como recebemos as informações.

Opa! Calma! Não se trata de aula de linguística. Vamos por parte. — como dizia o Jack.

Nossa reflexão, trata-se do bem usar da nossa fala, muito além, do simples ato de emitir sons. Contudo, para comunicarmos eficientemente e sermos compreendidos de igual forma, é necessário observarmos alguns critérios antes de abrir a nossa boca. — “se o que me dirás não é nem bom, nem útil e muito menos verdadeiro, para quê dizer-me? (Sócrates)”.

Portanto, o que dissermos seja sempre: verdadeiro; bom e útil, caso contrario, o dito será apenas palavras, que vão: ofender; magoar; criar inimizade; injuriar; caluniar; partir coração; causar angustia; dor e sofrimento, e algumas vezes até a morte. Por fim, é fundamental para uma boa comunicação, que façamos o bom uso de palavras, verdadeiras e nas horas certas. © Elizeu NVL.

PORQUE DEVEMOS TER BOA PALAVRA?

Desde os primórdios, para dizer algo, o primeiro recurso que utilizamos foi à fala, que não depende de recursos tecnológicos e gastamos pouca energia física nisso. Quando crianças de tenra idade, interagimos por esse meio, (choramos). O próprio criador disse: “Façase a luz!”, e a luz foi feita.(Gen.1:3). Portando, devemos estar muito atentos a tudo que falamos!

No entanto, ao que parece, não damos importância, e até depreciamos o que dizemos. Às vezes nossas palavras contêm: (mentiras; fofocas; maledicências; preconceitos; baixo calão; intrigas; etc), isso só por si só, não edifica nada, muito pelo contrário, fazer muito mal a nossa alma e a quem as ouve.

Por outro lado, quando fazemos o bom uso dessa maravilhosa qualidade, que é a fala, certamente, ficamos próximo de “D-us”. Sobremaneira, quando abençoamos alguém, seja um filho (que é dever dos pais) ou um conhecido, amigo, qualquer pessoa que nos preste algum serviço, voluntario ou não, remunerado ou não. Fato é, que quando abençoamos alguém, nosso gesto tem efeito duplo, pois, ambas as pessoas receberam benefícios e paz no coração.

Também, a questão fundamental, do maldisser, porquê “cada palavra que sai da nossa boca tem um significado” é o caminho para decepção, e esta, é a armadilha do mal e “prelúdio da derrota” (Patriarca Abraão). Soma-se a isso, por exemplo: podemos até incorrer em crime, como “difamação”, se dissermos algo sobre alguém, —mesmo que seja verdadeiro. Portanto, devemos atentar para que tudo o que sai da nossa boca.

Por fim, para se comunicar bem, pressupõe que devemos utilizar as melhores as palavras, para cada momento, evitando falar além do necessário, — “o que no mínimo seremos considerados tagarelas”. Atentar para o fato de abençoar, surte os efeitos que desejamos, assim como, as maldições existem. Use sua boca e o dom que recebeu do Criador para agradecê-lo, diariamente, por tudo que existe e pela oportunidade de viver tudo isso. © Elizeu NVL.