GENTILEZA: NÃO PODE SER A EXCEÇÃO.

Sempre que pensamos numa relação cordial, julgamos ser àquela que mantemos com as pessoas de nossos relacionamentos: cônjuge; familiares; amigos e afins, isto é, as que estão mais próximas de nós. No entanto, é fato que nem sempre temos essa relação ideal e amistosa como os nossos mais“chegados”.

Inicialmente relembramos que o nosso objetivo aqui, como sempre, é provocar reflexões, baseadas em experiências cotidianas.

Por que, a gentileza não é tão frequente neste grupo próximo de nós?

Julgo que a questão persista porque invariavelmente confundimos os relacionamentos com meras obrigações e responsabilidades. Alguns, porém, dirão que se trata de uma questão de cuidados recíprocos. É certo que quando nos envolvemos com alguém, isso ocorre, como regra, com muita intimidade. No entanto, essa proximidade da relação faz com que alguns esqueçam que apesar disso, ainda somos indivíduos e como tais, não somos objetos e posse de outrem.

Por outro lado, contudo, temos mais gentiliza com pessoas estranhas do nosso convívio. Faço essa constatação com certa frequência. Por exemplo, ontem: um casal na mesa ao lado, discutiam por assunto banal, questão do ‘menu’ do restaurante, porém, a garçonete lhes atendeu e justificou porque determinado prato não estava disponível. O casal foi extremamente gentil com a garçonete, nem pareciam as mesmas pessoas que a poucos instantes foram reciprocamente rudes.

Portanto, “Gentileza é como um pretinho básico. Não tem como errar(anonimo)”. Refletindo sobre os detalhes e gestos do dia a dia, percebemos quanto é importante para nossas relações, resgatarmos aquelas gentilezas gratuitas que vão além das cordialidades, que devem sempre existir entre os seres humanos. Isso certamente nos farão cada dia, pessoas melhores. ©Elizeu NVL.