NOSSAS ESCOLHAS: SÃO ELAS QUE NOS DEFINEM…

Esteja onde você estiver, fazendo ou não qualquer coisa, acredite! Você está fazendo escolhas. Sempre que pensamos sobre o tema, julgo que a maioria de nós, entende que se trata de responder alguma coisa à alguém, ou seja, como se estivéssemos respondendo a um questionário com questões objetivas, no entanto, não é disso que trataremos aqui.

Nesta reflexão, não temos a ambição de esgotar o assunto, antes, porém, convocá-los para juntos compreendermos que de fato as nossas escolhas é que nos definem. Pois, seja agindo ou ficando inertes, trata-se de uma escolha.

Desde a mais tenra idade, somos compelidos agir segundo os nossos instintos primordiais, por exemplo: se sentimos fome; frio ou dor, a nossa reação imediata é chorar, ou seja, para que nos provenha. Que consequentemente essa atitude de chamar atenção, pode pôr em risco a nossa segurança. É fato, que nem sequer sabemos o que necessitamos, apenas agimos instintivamente, tal como qualquer filhote do reino animal, e com isso, nos tornamos alvos fáceis de predadores. Então! — desde sempre percebemos que existe uma lei de causa e efeito.

Quando adultos, contudo, alguns continuamos se portando como crianças manhosas, que com os nossos lamentos espera sensibilizar o próximo, ou o próprio estado, para que nos supra de algo. Agindo assim, é obvio que dadas pessoas ficam expostas aos perigos predatórios diretamente proporcional e em sentido oposto as suas necessidades. Disso decorre que tais pessoas são exploradas: por traficantes, empréstimos extorsivos, religiões mercantilizando milagres, piramides financeiras e tantos outros (facilitadores) de soluções à la carte. Que não é difícil deduzir onde isso tudo invariavelmente vai dar!

Por fim, quem de nós não conhecemos pessoas bem sucedidas economicamente e socialmente, que nem sequer obtiveram formação escolar, e que apesar disso, têm sucesso e ótima reputação social? Há outras, no entanto, que tem curso superior, etc. e se veem envolvidos com toda sorte de infelicidade, como: vícios; vida desregrada e péssima conduta na sociedade. Portanto, seja qual for o nível cultural do individuo, não é isso que o define e sim as suas escolhas. © Elizeu NVL.